Category: ‘Opinião’

Comprei o “Intuitivo, inteligente e dinâmico” Magic Mouse, a embalagem é linda, uma caixa de acrílico que deve ser guardada ou utilizada como saboneteira, o dispositivo não é nenhuma revolução, mas não pode ser ignorado, o acabamento é lindo como todos produtos da apple, possuí a maça em sua superficie branca apenas para marcar território, sua base é toda em alumínio com um compartimento para suas pilhas pequenas do tipo (AA), pilhas essas que deixam o mouse com um peso excelente, para mim ideal, o lado negátivo é que se fosse um carro, o Magic Mouse seria um “6 cilindros” consome pilhas AA de maneira excessiva, utilizo cerca de 12h por dia, em 2 semanas gastei 3 pares de pilhas Panasonic.
As funcionalidades já utilizadas normalmente no trackpad multitouch do MacBook estão no mouse e é justamente isso que o torna MÁGICO correto? Com o Magic Mouse em mãos cabe a você se adaptar, o que não é uma tarefa complicada, em 2 dias me acostumei a ponto de ao utilizar outro mouse ficar arrastando a superfície do elemento como um tolo, seu bluetooth funciona a uma distância digamos, exagerada como aqueles relógios que chegam a 100mts de profundidade.
Nunca consegui utilizar com frequência o desastroso Mighty Mouse ou NigthMare Mouse para alguns, sempre tive preferência pela Logitech, meu MX510 durou 7 anos e ainda esta vivo, mas o modelo ainda é com cabo o que fez com que ele ficasse de lado, triste como um brinquedo de Toy Story. Não posso ainda afirmar que o Magic Mouse é o melhor mouse que já tive, ainda sou fã dos produtos da Logitech e existem alguns modelos da MS que também me agradam, um deles é o SideWinder, o que acho realmente é que este pode ser considerado apenas o primeiro passo da Apple neste mercado, que digamos, já esta muito bem servido.
Antes de comprar pesquisei bastante e li os seguintes reviews:
http://macmais.terra.com.br/materias/magic-mouse-um-rato-de-futuro
http://www.macmaniacos.com/blog/2010/04/tudo-sobre-o-magic-mouse
http://blogs.forumpcs.com.br/julio_preuss/2010/05/14/magic-mouse-um-belo-produto-que-a-apple-quase-estragou
Não deixe de fazer o download do BetterTouchTool que esta na versão 0.610 Alpha, ele traz melhorias nas funcionalidades deste rato e tira mais coelhos da cartola, tornando ele mais mágico ainda.

O Google Developer Day é um dos eventos mais importantes neste ano para os profissionais de tecnologia, o evento é uma oportunidade para que todos desenvolvedores se atualizem sobre os produtos Google, alguns assuntos como Android, HTML5, Google Chrome, App Engine, Google Web Toolkit, YouTube API, Google Calendar API serão bastante comentados e principalmente compartilhados, o evento do Google e também uma oportunidade de conhecer alguns profissionais que trabalham nestes produtos e uma chance única de perguntar diretamente a estes profissioanis WTF Is Google Wave?”.
Quer se manter informado? siga o Twitter oficial do evento @googledevbr, nem tente utilizar o Google Buzz.
WebSite Oficial: http://www.google.com/intl/pt-BR/events/developerday/2010/ Detalhe, o evento é GRÁTIS mas possuí um número limitado de inscrições, até porque não vai ocorrer no estádio do Morumbi ou Pacaembú mas sim no Sheraton WTC Hotel, então fique atento e marque em seu ICAL sincronizado com o Google Calendar a data de ínicio das inscrições, veja abaixo:
Início das inscrições: 15 de setembro de 2010 (quarta-feira)
Data do evento: 29 de outubro de 2010 (sexta-feira)
Local: Hotel Sheraton São Paulo WTC, Avenida das Nações Unidas, 12551, São Paulo – SP.
O Google lança um video mostrando as novas funcionalidades do seu produto, o Orkut, a verdade é que no Brasil esta ferramenta é bastante utilizada e sempre será, o Orkut atualmente é considerado uma espécie de suburbio das redes sociais, mas isso é irrelevante, nem deveria ser dito, mas é fato.
No Brasil temos evidentemente uma grande diferença entre as classes sociais, agora o espaço democratico e livre que é a internet também transpareçe essa evidência, Orkut é para os mais humildes e Facebook para os emergentes, a verdade é que as duas ferramentas são apenas plataformas que facilitam o relacionamento das pessoas em suas própias redes, a discussão das funcionalides nem vem ao caso, porque o que o povo quer de verdade é se relacionar, apenas isso.
Agora sobre o video, é legalzinho, feito e em stopmotion e versão bem “brasileirinha”, o formato é gasto, camêra com foco no rosto e o dia passando, no final a assinatura “Você não é igual a toda hora. Por que na Internet seria diferente?”.
1. Usability Means…
Usability means making sure something works well, and that a person of average ability or experience can use it for it’s intended purpose without getting hopelessly frustrated.
2. Web applications should explain themselves.
As far as humanly possible, when I look at a web page it should be self-evident. Obvious. Self-explanatory.
3. Don’t Make Me Think
As a rule, people don’t like to puzzle over how to do things. If people who build a site don’t care enough to make things obvious it can erode confidence in the site and it’s publishers.
4. Don’t waste my time
Much of our web use is motivated by the desire to save time. As a result, web users tend to act like sharks. They have to keep moving or they’ll die.
5. Users still cling to their back buttons
There’s not much of a penalty for guessing wrong. Unlike firefighting, the penalty for guessing wrong on a website is just a click or two of the back button. The back buttn is the most-used feature of web browsers.
6. We’re creatures of habit
If we find something that works, we stick to it. Once we find something that works — no matter how badly — we tend not to look for a better way. We’ll use a better way if we stumble across one, but we seldom look for one.
7. No Time for Small Talk
Happy talk is like small talk – content free, basically just a way to be sociable. But most Web users don’t have time for small talk; they want to get right to the beef. You can – and should – eliminate as much happy talk as possible.
8. Don’t lose search
Some people (search-dominant users), will almost always look for a search box as they enter a site. These may be the same people who look for the nearest clerk as soon as they enter a store.
9. We form mental site-maps
When we return to something on a Web site, instead of replying on a physical sense of where it is, we have to remember where it is in the conceptual hierarchy and retrace our steps.
10. Make it easy to go home
Having a home button in sight at all times offers reassurance that no matter how lost I may get, I can always start over, like pressing a Resent button or using a “Get out of Jail free” card.
Quando fiz este print a quase um ano foi com a intensão de registrar o destaque de “Plantão” da Globo.com, a surpresa agora e ver que o R7 utiliza praticamente o mesmo guide, vejam no print abaixo:


Scott Goodstein falou das estratégias direcionadas as mídias sociais que foram utilizadas no ano de 2008 nas eleições estadunidenses. Scott foi marketeiro da campanha eletrônica de Obama a famosa “Yes We Can” e naquele momento seu trabalho foi uma aula de como não fazer uma campanha convencional. Scott, também vai trabalhar como mentor da campanha da pré-candidata à presidência da República, Dilma Rousseff (PT), nas eleições deste ano.
“MySpace is not a big anymore”
Hoje tais estratégias já estão bastante disseminadas, inclusive bastante gastas, isso mostra inclusive o atraso na maneira como ainda conduzimos campanhas para o meio eletrônico no brasil, se em quase 2 anos não houve mudanças aparentes, alguem apostaria que a poucos meses das eleições apareça algo novo? eu acho que não, em primeiro lugar o Brasil não produz produtos com capacidade de atingir com rapidez o mainstream, por isso nossas experiências devem se basear no que já é utilizado, ou seja, Orkut, Facebook, Twitter e… Mala direta : ) ou mailing para ficar mais bonito.
Acho que o desafio para as novas campanhas deve acontecer na criação de novas abordagens, criando maneiras e mecanismos simples, para que as pessoas sejam espontâneas a ponto de disseminar uma informação.
Sim, a palestra foi boa e é um privilégio assistir ao vivo Scott falar de um case tão importante, serviu também para abrirmos os olhos para o cenário atual, este case não aconteceu a alguns meses atrás, teve sua relevância, agora é hora de pensar em algo novo.
O Google lançou um novo site voltado ao público comum, não familiarizado com internet, para que descrubra qual navegador esta utilizando, o que o Google quer é mostrar às pessoas que existem várias opções de navegadores.
Clique aqui para acessar o What Browser.org.




