Category: ‘Projetos’
1. Usability Means…
Usability means making sure something works well, and that a person of average ability or experience can use it for it’s intended purpose without getting hopelessly frustrated.
2. Web applications should explain themselves.
As far as humanly possible, when I look at a web page it should be self-evident. Obvious. Self-explanatory.
3. Don’t Make Me Think
As a rule, people don’t like to puzzle over how to do things. If people who build a site don’t care enough to make things obvious it can erode confidence in the site and it’s publishers.
4. Don’t waste my time
Much of our web use is motivated by the desire to save time. As a result, web users tend to act like sharks. They have to keep moving or they’ll die.
5. Users still cling to their back buttons
There’s not much of a penalty for guessing wrong. Unlike firefighting, the penalty for guessing wrong on a website is just a click or two of the back button. The back buttn is the most-used feature of web browsers.
6. We’re creatures of habit
If we find something that works, we stick to it. Once we find something that works — no matter how badly — we tend not to look for a better way. We’ll use a better way if we stumble across one, but we seldom look for one.
7. No Time for Small Talk
Happy talk is like small talk – content free, basically just a way to be sociable. But most Web users don’t have time for small talk; they want to get right to the beef. You can – and should – eliminate as much happy talk as possible.
8. Don’t lose search
Some people (search-dominant users), will almost always look for a search box as they enter a site. These may be the same people who look for the nearest clerk as soon as they enter a store.
9. We form mental site-maps
When we return to something on a Web site, instead of replying on a physical sense of where it is, we have to remember where it is in the conceptual hierarchy and retrace our steps.
10. Make it easy to go home
Having a home button in sight at all times offers reassurance that no matter how lost I may get, I can always start over, like pressing a Resent button or using a “Get out of Jail free” card.
Abrir uma empresa é o desejo de muitos brasileiros que veem na oportunidade a chance de realização profissional, independência financeira e autonomia para tomar decisões. Porém, para o sonho se tornar realidade, não é preciso apenas motivação e dinheiro. É fundamental conhecer o mercado e montar um plano de negócio detalhado.Um plano de negócio bem feito pode ajudá-lo a encontrar financiamento, a recrutar futuros funcionários, a montar uma estratégia de marketing e, o principal, a diminuir os riscos da empresa não dar certo. Por outro lado, um planejamento cheio de falhas coloca tudo a perder. Confira a seguir os erros mais comuns, segundo a revista INC, cometidos ao montar o plano de negócio:
Ideias repetitivas
Fique alerta se um cliente em potencial ficar entediado antes mesmo de terminar de ler a introdução do seu plano de negócio. É importante conquistar o interesse no leitor já na primeira página do texto. Para isso, não é aconselhável ser prolixo. Seja também cuidadoso com a capa e o acabamento do projeto, o que causa boa impressão.
Uso de jargão
Fuja de termos específicos que só são conhecidos no seu meio profissional ou no ramo acadêmico. Tente usar frases simples e diretas. Seja objetivo para ser compreendido pelo maior número de pessoas.
Inconsistência
Tenha certeza que as informações contidas no plano são consistentes. Estude cada aspecto do setor, do mercado, de competidores e avalie com clareza as chances de viabilizar a empresa.
Não ouvir a opinião de especialistas
É importante mostrar o planejamento para especialistas da área e possíveis investidores. Assim fica mais fácil detectar erros e mudar de rumo antes do empreendimento sair do papel. Sem prejuízos.
Excesso de confiança
Muitos empresários ignoram a competição que irão enfrentar e não elaboram estratégias para vencê-la. Mesmo que o seu projeto seja completamente original, não se deve subestimar a concorrência.
Fonte: Papo de Empreendedor
Escrito por Ana Cristina Chaer Dib Netto
Dos mesmos criadores do PirateBay surge o VideoBay, site voltado a publicação de videos e atualmente em versão “Beta Extreme”, sendo assim eles já avisam “Don’t expect anything to work at all”.
Clique Aqui para acessar este novo navio pirata, antes que ele naufrague : ).
O Anima Cerrado é um evento de animação que ira reunir em um só lugar, durante uma semana grandes expoentes, estudiosos e amantes da animação internacional e candanga.
A data do evento irá coincidir com a comemoração do “Dia Internacional da Animação” que ocorre no dia 28 de outubro. O tema do seminário este ano é “A Animação e o Mercado de Trabalho”.
O “Dia Internacional da Animação” e apoiado e patrocinado pela Faculdade Mauá de Brasília, a entrada para o evento é franca.
Localização: Via EPTG, próximo da Residencia Oficial do Governador, ao lado da Churrascaria Buffalo Bill. Telefones de contato: 61-3397 5251, 61-3397 6871.
SEGUE ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:
27/10 Segunda-feira
- How to fly de Tibor Nádas – 2004, Hungria
- Tunderkek de Katalin Riedl – 2005, Hungria
- Supermarket de Csilla Temesvári – 1996, Hungria
- Success de Zoltán Lehotay – 1985, Hungria
- AU! de Magdolna Hegyi – 2006, Hungria
- Life History de Tomek Ducki – 2005, Hungria
- Le Moulin de Florian Thouret – 2005, França
- Building de Marco Nguyen, Pierre Périfel,
- Xavier Ramonede, Olivier Staphylas e Rémi Zaarour – 2006, França
- Madame de Eléa Gobbe-Mevellec – 2006, França
- Open Book de Iris Bonavitacola,Virginie Hanrigou, Raphaël Lev,
- Carole Maurel e Augustin Paliard – 2005, França
- Trees´ Migration de Joanna Lurie e Cécile Bonnet, – 2005, França
- Walking de Alexandre Bayle, – 2006, França
- Virus de Baptiste Buonomo, – 2006, França
- Le Papillon de Zihi Zhang, – 2005, França
28/10 Terça-feira
- O turno da noite de Carlos Fernandes – 2006, Portugal
- Sem dúvida amanhã de Pedro Brito – 2006, Portugal
- Jeden de Mateusz Jarmulski – 2006, Polonia
- Mapotos de Stephanie Machuret – 2006, França
- Sugar, Cream and Spittle de Lee San – 2006, Corea do Sul
- Hug de Lee Sang-Hui – 2007, Corea do Sul
- One Bite de Claire Almon – 2006, USA
- Within Reach de Wes Parham – 2006, USA
- I Will Make A Sign For You de Andrey Alexander Tatarsky – 1996, Russia
- Lift 1 de Ya Freijas e Yevgeny Delussin – 2006, Russia
29/10 Quarta-feira
- União Soviética de Eduardo Perdido – 2005, SP
- A Árvore-Casca de Lisandro Santos – 2006, RS
- Minhocas de Paolo Conti e Arthur Nunes – 2005, SP
- Como Surgiu a Noite de Andrés – 2005, RJ
- Fräulein Gertie de Tomás Creus e Lavinia Chianello – 2005, RS
- Primeiro Movimento de Érica Vale – 2006, SP
- Yansan de Carlos Eduardo Nogueira – 2006, SP
30/10 Quinta-feira
- Histórias Desencantadas de Vitor Lopes – 2005, Portugal
- A Film about us de Pedro Lino – 2005, Portugal
- Lixo de Mário Filipe Carvalho Gajo – 2004, Portugal
- Eu descobri Portugal de Armando Coelho – 2004, Portugal
- Menu de Joana Toste – 2005, Portugal
- Cosmix de Agostinho Marques – 2004, Portugal
- Dia de Praia de Tali – 1997, Canadá
- Destino Divino de Ishu Patel – 1993, Canadá
- Frank o Coelho de John F. Weldon -1998 Canadá
- MC Escher: Céu e Água de gayle Thomas – 1998, Canadá
01/11 Sexta-feira
- Juro Que Vi : Matinta Pereira de Humberto Avelar – 2006, RJ
- O Sapo e a Mosca de Thomas Larson – 2001, SP
- Leonel Pé-de-Vento de Jair Giacomini – 2006, RS
- Cidade Fantasma de Lisandro Santos – 1999, RS
- Mobsquad de Fons Schiedon e Birdo Studio – 2006, SP
- Disputa Entre o Diabo e o Padre – Francisco Tadeu e Eduardo Duval - 2006, RJ
- Passo de – Alê Abreu – 2007, SP
- Vida Maria de – Márcio Ramos – 2006, CE
- Lúmen de – Wilian Salvador – 2007, MG
Como começou o FestasKids.
O Festaskids é um portal para pesquisa de empresas de festas infantis, inicialmente decidimos centralizar nossas operações somente para o estado do Distrito Federal, principalmente por questões operacionais e de reconhecimento de mercado, o site deve se expandir muito em breve.
A história do FestasKids é conturbada, a “grande ideia” de um site de pesquisas surgiu no mês de agosto de 2007 em um papo entre dois amigos, um com perfil de vendas e outro (eu) com experiência de mais de 10 anos em projetos para internet, nesse processo de idealização e já cansado de trabalhar com desenvolvimento (função que havia decidido não mais executar) decidimos convidar mais dois outros colegas de trabalho, ambos “developers, developers, developers” sim, developers entre aspas mesmo. Criei todo o projeto gráfico, arquitetura de informação e conteúdo, resgistrei o dominio e o projeto em Creative Commons.
Passaram-se 6 meses e nada.. os tais “developers, developers, developers” não conseguiam entregar o projeto, e sempre surgia o prazo de mais uma semana, nesse periodo o projeto recebeu mais de 20 promessas do tipo “Segunda-feira tá pronto”, eles se tornaram motivo de piada entre os envolvidos no projeto.
Após 6 meses de desenvolvimento deste CMS, me deparei com a situações mais inusitada de toda minha carreira, esses tais amigos se tornaram “muy amigos” de uma hora para outra, esse longo periodo de enrolação enfim foi justificado, na verdade eles estavam fazendo um projeto idêntico mas com outro nome, quando digo idêntico, quero dizer 100% plágiado, eles apenas mudaram a marca, mantiveram todo o restante do projeto, registraram outro dominio colocaram no ar. Houve ainda uma proposta financeira, como a proposta não foi aceita, pediram um prazo para manter o plágio no ar, enquanto isso um outro projeto estaria sendo feito, enfim, a perfomance dos tais “developers” ficou caracterizado como mulecagem e principalmente incompetência, que façam um projeto similar, mas não plágiado, a situação deles eu considero humilhante.
Fiquei em uma situação dificil, um projeto clonado no ar, e um prototipo em HTML na mão, com zero de desenvolvimento, passei uma semana analisando. (continua…)

