Archive for the ‘Projetos’ Category

30
December

Estive me perguntando sobre isso ultimamente “Os templates podem estar matando o webdesign?” Com gestores de conteúdo como wordpress que já possuem milhares de recursos para plugins e templates prontos, a criação “instantânea” no melhor estilo Nissin Lámen de um projeto web se consolidou, não é raro um cliente solicitar um site como quem pede um sanduba..

“Estive olhando o menu, você tem 1 CMS de preferência wordpress, com 5 plugins sendo 1 para social media e com tema personalizado por favor?”

Do outro lado o comercial da empresa responde…

“Só se for pra ontem”

Ok, realmente já esta provado a bastante tempo que é possível sim desenvolver um site, portal ou até mesmo uma rede social com diversos recursos, funcionalidades e principalmente confiábilidade utilizando estas plataformas.

O fato é que o design tem sido utilizado como uma commodity, mas também é fato que o design deixou de ser uma atividade de “elite”. Um site criativo depende apenas de como você o faz de como gerencia seu conteúdo, não tem nada a ver com o CMS do “momento” que você esta usando e nesse caso não estamos falando apenas do wordpress mas também de Drupal, Joomla, Movable Type e de várias outras plataformas. O mais importante sempre será o que esta entre a cadeira e o painel de controle do seu CMS preferido.

A criatividade é sufocada quando as pessoas usam ferramentas como estas? Eu responderia que não, muito pelo contrário, um projeto baseado em wordpress por exemplo sendo desenvolvido por profissionais experiêntes, que conheçam a plataforma pode até obter muitas vantagens sobre outras tecnologias, uma dessas vantagens se chama “produtividade” e existem vários exemplos de projetos que demonstram isso na prática.

Empresas confessando que utilizam um CMS open source é quase como uma reunião de AA “Como vou explicar isso para o cliente” deve se perguntar o gerente de projeto. E por que “Vou criar um site” é uma mentalidade e “Vou criar um site em wordpress” é outra? Essencialmente não deveriamos ser escravos da ferramenta que estamos trabalhando, uma frase interessante e ao mesmo tempo engraçada é “As duas coisas mais perigosas do mundo são armas e sistemas de gerenciamento de conteúdo.” pare pra pensar e chegue a sua conclusão.

A única coisa que pode matar o webdesign é a falta de imaginação, para que isso não ocorra o ideal é se afastar desta tela de vidro por alguns instantes e principalmente entender que o CMS é apenas uma ferramenta e que não é muito diferente de um lápis ou pincel, ou seja a ferramenta é indiferente, o CMS não vai resolver todos os seus problemas e também não vai destruir seu projeto, mais do que um lápis faria ao seu caderno. O responsável sempre será a pessoa em frente a tela.

Se você quiser pensar o design como uma restrição, então é uma restrição. Se você pensar nisso como um abismo, é um abismo. O que eu acredito, é que um bom CMS como o wordpress é altamente customizável e podemos fazer o que quisermos com ele. Não se trata do template estar matando o webdesign mas sim de profissionais preguiçosos ajudando a construir uma reputação depreciativa sobre estas plataformas, por isso segue um aviso, ou pedido..

Aprenda o código!

Não há nenhuma razão para que um designer não aprenda mais sobre o código e por outro lado, não há nenhuma razão para que o desenvolvedor não aprendam mais sobre design, customizar um site em wordpress ou outro CMS é fácil, seu uso e personalização são os pontos fortes e não fraquezas, responsabilizar o CMS por um site não ter ficado “bom” é não assumir a que você não teve uma boa idéia, ou que não tem condições de gerenciar essa boa idéia.

O que realmente não podemos nos esquecer é que a democratização do desenvolvimento web tem levado muitas pessoas a simplesmente instalar um CMS qualquer e escolher um tema padrão para seus sites. Nem todos têm a habilidade de codificar um tema personalizado então sim, neste caso, o template mata o webdesign, por outro lado o conteúdo que sim é o mais importante é publicado, e sem ele não estariamos vivendo esta revolução.

29
December

Documentário produzido em 1996 pela RM Associates – quatro anos antes da bolha .com – contando sobre o início de alguns dos maiores impérios da informática, entre eles Apple e Microsoft.

Será inevitável para quem já assistiu a Pirates of the Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício) comparar o documentário com o filme, que diga-se de passagem, foi muito fiel ao retratar os acontecimentos e personagens envolvidos na criação da indústria de informática.

Neste documentário (em inglês) vocês poderão ouvir da própria boca dos envolvidos tudo o que aconteceu naqueles anos dourados. E só para citar os nerds mais famosos do mundo, teremos Steve Jobs e Steve Wozniack, Bill Gates, Paul Allen e Steve Ballmer, Ed Roberts (o lendário criador do primeiro computador pessoal e que hoje é médico), e mais dezenas de nerds menos conhecidos, todos falando sobre o Altair 8800, Apple II, a IBM e até sobre o VisiCalc, a primeira planilha eletrônica antes do excell da Microsoft.

Sem dúvida, histórias inspiradoras de empreendedorismo e inovação dos primórdios da informática como a conhecemos hoje. Bom, já escrevi demais. Com vocês, estreiando a nossa sexta-feira geek, o Triunfo dos Nerds.

Parte 01-06
YouTube Preview Image

Parte 02-06
YouTube Preview Image

Parte 03-06
YouTube Preview Image

Parte 04-06
YouTube Preview Image

Parte 05-06
YouTube Preview Image

Parte 06-06
YouTube Preview Image

FONTE: SuperEmpreendedores

27
December
My WorkStation My WorkStation My WorkStation My WorkStation My WorkStation

Em 2008 postei uma foto da minha estação de trabalho, quanta diferença : )

03
December

Na palestra Gil Giardelli apresenta uma visão filosófica sobre inovação na Era Digital.

03
December

12º Encontro Locaweb

Na palestra Vinícius Teles fala sobre sua experiência em empreendedorismo, dá dicas de como montar um negócio online de forma objetiva e lucrativa.

Categories: Eventos, Negócios, Projetos
19
November

Study vector using Illustrator and Photoshop for textures and applying layer effects.

Frankenstein

Frankenstein

10
August

1. Usability Means…

Usability means making sure something works well, and that a person of average ability or experience can use it for it’s intended purpose without getting hopelessly frustrated.

2. Web applications should explain themselves.

As far as humanly possible, when I look at a web page it should be self-evident. Obvious. Self-explanatory.

3. Don’t Make Me Think
As a rule, people don’t like to puzzle over how to do things. If people who build a site don’t care enough to make things obvious it can erode confidence in the site and it’s publishers.

4. Don’t waste my time

Much of our web use is motivated by the desire to save time. As a result, web users tend to act like sharks. They have to keep moving or they’ll die.

5. Users still cling to their back buttons

There’s not much of a penalty for guessing wrong. Unlike firefighting, the penalty for guessing wrong on a website is just a click or two of the back button. The back buttn is the most-used feature of web browsers.

6. We’re creatures of habit

If we find something that works, we stick to it. Once we find something that works — no matter how badly — we tend not to look for a better way. We’ll use a better way if we stumble across one, but we seldom look for one.

7. No Time for Small Talk

Happy talk is like small talk – content free, basically just a way to be sociable. But most Web users don’t have time for small talk; they want to get right to the beef. You can – and should – eliminate as much happy talk as possible.

8. Don’t lose search

Some people (search-dominant users), will almost always look for a search box as they enter a site. These may be the same people who look for the nearest clerk as soon as they enter a store.

9. We form mental site-maps

When we return to something on a Web site, instead of replying on a physical sense of where it is, we have to remember where it is in the conceptual hierarchy and retrace our steps.

10. Make it easy to go home

Having a home button in sight at all times offers reassurance that no matter how lost I may get, I can always start over, like pressing a Resent button or using a “Get out of Jail free” card.

04
August

Abrir uma empresa é o desejo de muitos brasileiros que veem na oportunidade a chance de realização profissional, independência financeira e autonomia para tomar decisões. Porém, para o sonho se tornar realidade, não é preciso apenas motivação e dinheiro. É fundamental conhecer o mercado e montar um plano de negócio detalhado.Um plano de negócio bem feito pode ajudá-lo a encontrar financiamento, a recrutar futuros funcionários, a montar uma estratégia de marketing e, o principal, a diminuir os riscos da empresa não dar certo. Por outro lado, um planejamento cheio de falhas coloca tudo a perder. Confira a seguir os erros mais comuns, segundo a revista INC, cometidos ao montar o plano de negócio:

Ideias repetitivas
Fique alerta se um cliente em potencial ficar entediado antes mesmo de terminar de ler a introdução do seu plano de negócio. É importante conquistar o interesse no leitor já na primeira página do texto. Para isso, não é aconselhável ser prolixo. Seja também cuidadoso com a capa e o acabamento do projeto, o que causa boa impressão.

Uso de jargão
Fuja de termos específicos que só são conhecidos no seu meio profissional ou no ramo acadêmico. Tente usar frases simples e diretas. Seja objetivo para ser compreendido pelo maior número de pessoas.

Inconsistência
Tenha certeza que as informações contidas no plano são consistentes. Estude cada aspecto do setor, do mercado, de competidores e avalie com clareza as chances de viabilizar a empresa.

Não ouvir a opinião de especialistas
É importante mostrar o planejamento para especialistas da área e possíveis investidores. Assim fica mais fácil detectar erros e mudar de rumo antes do empreendimento sair do papel. Sem prejuízos.

Excesso de confiança
Muitos empresários ignoram a competição que irão enfrentar e não elaboram estratégias para vencê-la. Mesmo que o seu projeto seja completamente original, não se deve subestimar a concorrência.

Fonte: Papo de Empreendedor
Escrito por Ana Cristina Chaer Dib Netto

Categories: Projetos
30
June

Dos mesmos criadores do PirateBay surge o VideoBay, site voltado a publicação de videos e atualmente em versão “Beta Extreme”, sendo assim eles já avisam “Don’t expect anything to work at all”.

vblogo

Clique Aqui para acessar este novo navio pirata, antes que ele naufrague : ).

Categories: Projetos, Tecnologia
29
October

O Anima Cerrado é um evento de animação que ira reunir em um só lugar, durante uma semana grandes expoentes, estudiosos e amantes da animação internacional e candanga.

A data do evento irá coincidir com a comemoração do “Dia Internacional da Animação” que ocorre no dia 28 de outubro. O tema do seminário este ano é “A Animação e o Mercado de Trabalho”.

O “Dia Internacional da Animação” e apoiado e patrocinado pela Faculdade Mauá de Brasília, a entrada para o evento é franca.

Localização: Via EPTG, próximo da Residencia Oficial do Governador, ao lado da Churrascaria Buffalo Bill. Telefones de contato: 61-3397 5251, 61-3397 6871.

SEGUE ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:

27/10 Segunda-feira

  • How to fly de Tibor Nádas – 2004, Hungria
  • Tunderkek de Katalin Riedl – 2005, Hungria
  • Supermarket de Csilla Temesvári – 1996, Hungria
  • Success de Zoltán Lehotay – 1985, Hungria
  • AU! de Magdolna Hegyi – 2006, Hungria
  • Life History de Tomek Ducki – 2005, Hungria
  • Le Moulin de Florian Thouret – 2005, França
  • Building de Marco Nguyen, Pierre Périfel,
  • Xavier Ramonede, Olivier Staphylas e Rémi Zaarour – 2006, França
  • Madame de Eléa Gobbe-Mevellec – 2006, França
  • Open Book de Iris Bonavitacola,Virginie Hanrigou, Raphaël Lev,
  • Carole Maurel e Augustin Paliard – 2005, França
  • Trees´ Migration de Joanna Lurie e Cécile Bonnet, – 2005, França
  • Walking de Alexandre Bayle, – 2006, França
  • Virus de Baptiste Buonomo, – 2006, França
  • Le Papillon de Zihi Zhang, – 2005, França

28/10 Terça-feira

  • O turno da noite de Carlos Fernandes – 2006, Portugal
  • Sem dúvida amanhã de Pedro Brito – 2006, Portugal
  • Jeden de Mateusz Jarmulski – 2006, Polonia
  • Mapotos de Stephanie Machuret – 2006, França
  • Sugar, Cream and Spittle de Lee San – 2006, Corea do Sul
  • Hug de Lee Sang-Hui – 2007, Corea do Sul
  • One Bite de Claire Almon – 2006, USA
  • Within Reach de Wes Parham – 2006, USA
  • I Will Make A Sign For You de Andrey Alexander Tatarsky – 1996, Russia
  • Lift 1 de Ya Freijas e Yevgeny Delussin – 2006, Russia

29/10 Quarta-feira

  • União Soviética de Eduardo Perdido – 2005, SP
  • A Árvore-Casca de Lisandro Santos – 2006, RS
  • Minhocas de Paolo Conti e Arthur Nunes – 2005, SP
  • Como Surgiu a Noite de Andrés – 2005, RJ
  • Fräulein Gertie de Tomás Creus e Lavinia Chianello – 2005, RS
  • Primeiro Movimento de Érica Vale – 2006, SP
  • Yansan de Carlos Eduardo Nogueira – 2006, SP

30/10 Quinta-feira

  • Histórias Desencantadas de Vitor Lopes – 2005, Portugal
  • A Film about us de Pedro Lino – 2005, Portugal
  • Lixo de Mário Filipe Carvalho Gajo – 2004, Portugal
  • Eu descobri Portugal de Armando Coelho – 2004, Portugal
  • Menu de Joana Toste – 2005, Portugal
  • Cosmix de Agostinho Marques – 2004, Portugal
  • Dia de Praia de Tali – 1997, Canadá
  • Destino Divino de Ishu Patel – 1993, Canadá
  • Frank o Coelho de John F. Weldon -1998 Canadá
  • MC Escher: Céu e Água de gayle Thomas – 1998, Canadá

01/11 Sexta-feira

  • Juro Que Vi : Matinta Pereira
de Humberto Avelar – 2006, RJ
  • O Sapo e a Mosca de Thomas Larson – 2001, SP
  • Leonel Pé-de-Vento de Jair Giacomini – 2006, RS
  • Cidade Fantasma
de Lisandro Santos – 1999, RS
  • Mobsquad de Fons Schiedon e Birdo Studio – 2006, SP
  • Disputa Entre o Diabo e o Padre – Francisco Tadeu e Eduardo Duval
 - 2006, RJ
  • Passo
de – Alê Abreu – 2007, SP
  • Vida Maria
de – Márcio Ramos
– 2006, CE
  • Lúmen
de – Wilian Salvador
– 2007, MG