Category: ‘Tecnologia’

Palestra da Web Apps 2010, em Londres. Nesta conversa, Ryan Singer apresenta as etapas de criação de uma aplicação web, incluindo modelagem, desenho, HTML, photoshop explorações, protótipagem. Cada passo é ilustrado com um exemplo real, incluindo alguns esboços e HTML. Também é possível ver como a 37signals desenvolve suas aplicações.




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E por falar no PressPausePlay, vejam o trailler sobre o documentário que tenta explicar a revolução digital da última década e que desencadeou a criatividade e o talento de pessoas de uma forma sem precedentes.

“This changes everythings. The industry is dead. There has never been a better time to be an artist.”
Seth Godin

ABOUT PRESS PAUSE PLAY
Será que democratização da cultura significa melhorar a arte, cinema, música e literatura ou o verdadeiro talento, uma vez inundado se afogou no vasto oceano digital da cultura de massa? É a democracia cultural ou apenas mediocridade? Esta é a pergunta dirigida por PressPausePlay, um documentário contendo entrevistas com alguns dos criadores mais influentes do mundo da era digital.




Em sua nova atualização o Adobe Photoshop vai incluir algumas novidades com objetivo de integrar sua ferramenta desktop com o iPad, nos vídeos abaixo é possível ver um nível e qualidade surpreendente, basicamene será possível fazer criações no iPad e dar continuidade deste trabalho no Photoshop.

Photoshop + iPad

Não conhece estes aplicativos? Assista aos vídeos abaixo:

Adobe Nav
Página oficial do produto: http://www.photoshop.com/products/mobile/nav
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Adobe Color Lava
Página oficial do produto: http://www.photoshop.com/products/mobile/colorlava
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Adobe Eazel
Página oficial do produto: http://www.photoshop.com/products/mobile/eazel
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  • Você não fala com os usuários. Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?
  • Você não consegue identificar o seu público. Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.
  • Você não define o problema antes de tentar resolvê-lo. Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.
  • Você não conhece os objetivos do usuário. Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?
  • Você trabalha dentro de uma bolha. O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.
  • Você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais. Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.
  • Você não considera os objetivos de negócios. Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.
  • Você não usa métodos. Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.
  • Você não pensa nas exceções. Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.
  • Você só pensa no wireframe. Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.

Fonte: Whitney Hess

Tradução: Arquitetura de Informação




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Com um Doodle em formato de vídeo, o Google está homenageando, hoje, o 122º aniversário de Charlie Chaplin.




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A harsh, gritty look at the world of Mario Kart in real life. Red shells mean business.

Thanks to K1 Speed for allowing us use of their track! Check out their YouTube Channel at http://youtube.com/k1speed

Special thanks to Corridor Digital ( http://youtube.com/corridordigital ) and Lifepreneur ( http://youtube.com/lifepreneur ) for VFX help and behind the scenes camera work! Couldn’t have done it without those guys!

Website!

http://facerocker.com

Twitter!

http://twitter.com/fwong

http://twitter.com/brandonjla

Facebook!

http://facebook.com/freddiewspage

Behind the scenes/Tutorial channel!

http://youtube.com/freddiew2




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Melena Ryzik gets a rare behind-the-scenes look at the Pixar Studios complex in California.

Related Article: http://nyti.ms/eLvc4F

Watch more videos at http://nytimes.com/videos




Já perceberam que nas empresas sempre que rola uma cagada monumental ou até mesmo algo mais simples e fácil de esclarecer a culpa sempre recaí no já conhecido “carinha” que já trabalhou na empresa? Para mim esse carinha é um ser similar ao Papai Noel, ele pode ficar em vários lugares ao mesmo tempo a única diferença é que ele é citado durante os 12 meses do ano, enfim o fato é que esse personagem é praticamente um mito corporativo, se pararmos para pensar, esse “carinha” já pode ter sido qualquer um de nós, competentes ou não.

Resumindo, a estratégia ou em grego strateegia, em latim strategi e em francês stratégie… é não assumir os própios problemas e manter eternamente vivo esse fantasma do mundo corporativo, jogar a culpa no personagem criado é mais fácil que resolver um problema estrutural. Não estou em busca de um antidoto para o problema, sei que o fato é um placebo para aliviar a dor de algumas pessoas/empresas, dor de barriga diga-se de passagem.

Vejo que a questão é institucional apenas, em um modelo empresarial enxuto é mais difícil que isso ocorra, o exemplo das startup’s demonstra bem isso, várias empresas já trabalham na contenção do crescimento da equipe, para não se tornarem tão grandes a ponto de não conseguirem se “movimentar” de maneira mais dinâmica, imagine uma mudança estrutural em uma empresa como a Microsoft e compare com uma pequena empresa de até 50 funcionários por exemplo, a comparação é desleal mas é assim que funciona.

Uma prática que pode ser aplicada para diminuir essa dor é a gestão eficiente de uma base de conhecimento, registrar o erro e descrever como atingiu o acerto é educativo, uma lição humildade, todos ganham e a culpa não vai para o tal “carinha”.




SÃO PAULO – Febre destas férias em sites como o Twitter e o Facebook, o Instagram é um aplicativo para iPhone que mistura filtros para fotos e recursos de rede social.

Por meio dele, o usuário pode registrar uma imagem, aplicar filtros especiais sobre ela e publicar em sua conta. Também pode seguir e ser seguido por outros contatos.

Em pouco mais de três meses após a sua oferta, o Instagram já acumula mais de 1 milhão de downloads na App Store, da Apple. O Brasil já está entre os quatro maiores em número de usuários.

O que ninguém sabia é que o aplicativo foi desenvolvido por um brasileiro, o paulistano Mike Krieger.

A seguir, batemos um papo com Krieger, que nos contou como chegou aos Estados Unidos, como se juntou a Kevin Systrom, seu sócio na empresa, e os planos do Instragam para 2011. Confira!

INFO – Pode contar qual a sua relação com o Brasil, quando deixou o país e como chegou aos Estados Unidos?

Mike – Sou brasileiro nato, morei a maioria da minha vida em São Paulo (também morei em Portugal e Buenos Aires). Em 2004, me mudei pra Palo Alto, na Califórnia, para estudar em Stanford. Hoje, faz dois anos que estou em São Francisco.

INFO – Antes de entrar para o Instagram você esteve envolvido com outros projetos de start-up, certo? Quais foram e como foi a experiência?

Mike – Estive sim. Há alguns anos que eu me interessei pela tecnologia e pelas empresas de start-up. Na faculdade, participei de alguns projetos pequenos, inclusive de duas aplicações de iPhone e alguns sites para web.

Depois da faculdade, eu trabalhei por um ano e meio na Meebo, uma start-up em Mountain View, também na Califórina. Eu entrei na empresa como um designer de experiência de usuário, mas como é comum em empresas de start-up, acabei trabalhando também em diversas várias áreas da empresa; desenvolvi alguns recursos do site Meebo.com e também do Meebo Bar, o produto que eles disponibilizam para desenvolvedores que querem ter chat em seus próprios sites.

Acabei me inspirando muito pelos fundadores da Meebo, o Seth [Sternberg ], a Elaine [Wherry ] e a Sandy [Jen], e quando a oportunidade surgiu para entrar numa start-up bem no começo eu decidi sair para juntar-me ao Kevin Systrom [cofundador do Instagram junto com Mike e atual CEO da empresa].

INFO – Quando e como você conheceu o Kevin? Como surgiu a ideia do aplicativo?
Mike – Nós dois fizemos parte de um programa para jovens empreendedores em Stanford, chamado de Mayfield Fellows Program. É um programa de nove meses, seis meses de aula e três meses de estágio em uma empresa start-up. Eu acabei trabalhando na Foxmarks, atual Xmarks, fundado por Mitch Kapor, que formou a Lotus nos anos 1980.

O Kevin estava trabalhando numa outra start-up, a NextStop (que foi comprada pelo Facebook), e trabalhava nos fins de semana num projeto chamado Burbn, que era uma aplicação parecida com o Foursquare, mas feito completamente em HTML5. O Burbn funcionava pelo browser do celular, em vez de ser uma aplicação que precisava ser instalada.

Depois de dois meses trabalhando numa versão do Burbn, o Kevin me convidou para entrar na empresa, e juntos nós vimos que o Burbn, por melhor que ele tivesse sido bem recebido pelos nossos amigos, era muito complicado. A gente percebeu que a parte mais legal do Burbn, as fotos ligadas em lugares no mundo real, já seria um produto interessante. Três meses depois acabamos lançando o Instagram, que foi uma evolução do Burbn.

INFO – Como o Instagram pretende se tornar rentável uma vez que o download do app é gratuito?

Mike – O app principal continuará gratuito. Temos várias ideias de como podemos começar a gerar receitas, por exemplo, com recursos adicionais que podem ser comprados pelo sistema de “In-App Purchasing” da Apple, dentro da aplicação.

INFO – O Instagram tem se tornado uma verdadeira febre desde que foi ofertado, impulsionando até ainda mais o desejo pelo iPhone. Com quantos milhões de usuários vocês planejam terminar o primeiro semestre?

Mike – Não temos uma projeção exata, mas superamos a marca de 1 milhão de usuários no final de dezembro, e continuamos com um ótimo ritmo de crescimento.

INFO – Vocês possuem números específicos sobre o número de usuários no Brasil? Como vocês têm olhado para esse mercado?

Mike – O Brasil já é um dos quatro países que mais usa o Instagram, junto com os Estados Unidos, o Japão e a Inglaterra. Fico muito feliz com a atenção que estamos recebendo no país. Quando voltei pra São Paulo em dezembro para visitar a minha família, me surpreendi com o número de lugares que visitei e que haviam sido fotografados para o Instagram — inclusive o Bar do Cidão, onde fui ouvir um chorinho ao vivo e vi que já tinham várias fotos postadas de lá.

Para mim, a parte mais legal do nosso sucesso no Brasil é que eu posso acompanhar “ao vivo” a vida de meus amigos e da minha família, mesmo estando longe.

INFO – Em quantas línguas o Instagram está disponível atualmente?

Mike – Estamos disponíveis em inglês, português, espanhol, alemão, italiano, francês, chinês, japonês e russo. Foram os próprios membros da comunidade do Instagram que fizeram as traduções.

INFO – No momento, vocês são quatro funcionários, certo? Como é o sistema de divisão de trabalho da empresa?

Mike – Correto, somos apenas quatro por enquanto. Nos primeiros quatro meses da empresa, eram só eu e o Kevin trabalhando no Instagram. Ele fez a maioria do design visual do produto enquanto eu fiquei responsável pela programação. Logo depois que nós lançamos o produto, tinha um monte de gente escrevendo e-mail para nós, com perguntas técnicas, elogios etc., e então contratamos o Josh, que é o nosso Community Manager. Em novembro, o Shayne entrou na empresa, e ele está nos ajudando com a programação.

INFO – Vocês receberam algum aporte para a criação da empresa? E agora, já houve alguma proposta de compra?

Mike – Recebemos um investimento de US$ 500 000 de dois investidores angel, ou seja, de fase inicial: o Baseline Ventures e o Andreessen Horowitz. Já houve interesse em comprar a empresa, mas a nossa intenção é continuar numa trajetória independente.

INFO – Por que vocês ainda não apresentaram uma versão para Android?

Mike – Com só quatro pessoas (e só três engenheiros), seria difícil manter a qualidade que nós desejamos no nosso produto em duas plataformas. Mas o nosso plano é crescer bastante em 2011 e chegar ao Android.

INFO – Em média, quantas imagens vocês recebem por dia? Qual o espaço que o vosso data center ocupa?

Mike – Nosso serviço está hospedado na plataforma de cloud da Amazon, então o nosso data center é virtual e bem flexível—como nós estamos em fase de pleno crescimento e recebemos mais de duas fotos por segundo, é superimportante que a gente possa ampliar a nossa capacidade de uma forma dinâmica.

INFO – Você pretende retornar ao Brasil em breve?

Acabei de voltar de São Paulo na quinta passada, fui visitar a minha família (tenho família em São Paulo e Curitiba), agora já estou contando os dias até a minha próxima visita!

Fonte: Revista Info