07
May
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E por falar no PressPausePlay, vejam o trailler sobre o documentário que tenta explicar a revolução digital da última década e que desencadeou a criatividade e o talento de pessoas de uma forma sem precedentes.

“This changes everythings. The industry is dead. There has never been a better time to be an artist.”
Seth Godin

ABOUT PRESS PAUSE PLAY
Será que democratização da cultura significa melhorar a arte, cinema, música e literatura ou o verdadeiro talento, uma vez inundado se afogou no vasto oceano digital da cultura de massa? É a democracia cultural ou apenas mediocridade? Esta é a pergunta dirigida por PressPausePlay, um documentário contendo entrevistas com alguns dos criadores mais influentes do mundo da era digital.

07
May

Neste vídeo Seth Godin conta os bastidores para criação de uma grande ideia. O vídeo faz parte do documentário PressPausePlay, do qual o autor participa para discutir as questões relativas ao impacto na cultura digital na qualidade do conteúdo produzido.

Amazon Books: Unleashing the Ideavirus.

Fonte: BrainStorm9

Categories: Literatura, Negócios
29
April

de Laurel Black

Fui um freelancer por 31 anos e durante esse tempo foi ótimo estar no mercado por tanto tempo, mas pode haver uma desvantagem.

A profissão de designer parece ter um viés de juventude que não está conspirando ao meu favor. Considerando outras profissões (medicina, direito, etc) que possuem experiência de valor, os campos de design e marketing parecem dar a entender, que se você não estiver mais no cobiçado dado demográfico de 18 a 34 anos, é por que já esta velho demais para ser relevante ou útil. A experiência é muitas vezes vista como um sinal de “estar por fora”

Isto é um pouco assustador pois tenho 61 anos e não tenho intenção de me aposentar. Vamos ser realistas, o design não é extenuante e após 30 anos trabalhando duro e ficando melhor a cada dia acaba se tornando mais divertido do que nunca. Milton Glaser tem 81 anos e ainda “funciona”, porque não todos nós?

O problema é que não conheço nenhum precedente para isso. Glaser é um gênio, um rock star. Eu sou apenas “muito bom”. E essa é uma grande diferença quando se trata de convencer uma empresa a me contratar. Ele tem fama e prestígio para compensar sua idade – e eu não. Estou certo que há muitos designers que estão no mesmo barco, mas ninguém fala sobre isso.

Pesquisei “Old graphic designers” e não obtive muitos resultados. Além de nós boomers, há um monte de freelancers vindo atrás de nós que vai enfrentar o mesmo dilema. Alguém já disse que se tiver mais de 40 anos, nenhuma agência vai te contratar. Se isso for verdade, o que acontece com todas essas pessoas quando são demitidas?

Não estou preocupado com o futuro imediato. Meu nicho acabou por ser uma comunidade que vivi e me serviu por três décadas. Sei como se comunica e como se vende neste mercado, tanto que tenho sido reconhecido por diversos projetos. Tenho oscilado ao longo dos anos, mas eu tenho quase certeza que se eu ficar visível, acessível e consistente, terei uma boa chance lá fora.

Eu não conto com isso para durar para sempre, no entanto. Em algum momento, alguma pessoa nova e sem dúvida mais nova que eu, vai decidir que este seria o lugar perfeito para estabelecer uma prática de design de forma agressiva e depois da minha participação ir para o mercado. Ele/Ela provavelmente vai tentar me marginalizar e retratar-me como um cara muito velho para fazer um bom trabalho, mais nada. Isto é o que me mantém acordado à noite. É também por isso que estou tentando descobrir como obter bons projetos online, mas isso é outra história.

Será que algum de vocês pensa sobre isso? Que estratégias podemos identificar para sermos capazes de trabalhar com design o tempo desejarmos?

Fonte: Creative Freelancer Blog
Tradução: Pablo Amorim

Quem é Laurel Black:

Depois de receber um BA em arte na Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, vim para o Noroeste e conquistei um mestrado em Belas Artes na Universidade de Oregon. Durante vários anos, trabalhei em cargos de design em Eugene e Seattle. Em 1980, fundei a minha empresa na Olympic Peninsula. Trabalho em um estúdio que fica no meio de cinco hectares de árvores enormes. Os clientes gostam de se sentar na minha sala de conferências e assistir animais passeando pelo gramado.

Categories: Opinião, Work
13
January

Já perceberam que nas empresas sempre que rola uma cagada monumental ou até mesmo algo mais simples e fácil de esclarecer a culpa sempre recaí no já conhecido “carinha” que já trabalhou na empresa? Para mim esse carinha é um ser similar ao Papai Noel, ele pode ficar em vários lugares ao mesmo tempo a única diferença é que ele é citado durante os 12 meses do ano, enfim o fato é que esse personagem é praticamente um mito corporativo, se pararmos para pensar, esse “carinha” já pode ter sido qualquer um de nós, competentes ou não.

Resumindo, a estratégia ou em grego strateegia, em latim strategi e em francês stratégie… é não assumir os própios problemas e manter eternamente vivo esse fantasma do mundo corporativo, jogar a culpa no personagem criado é mais fácil que resolver um problema estrutural. Não estou em busca de um antidoto para o problema, sei que o fato é um placebo para aliviar a dor de algumas pessoas/empresas, dor de barriga diga-se de passagem.

Vejo que a questão é institucional apenas, em um modelo empresarial enxuto é mais difícil que isso ocorra, o exemplo das startup’s demonstra bem isso, várias empresas já trabalham na contenção do crescimento da equipe, para não se tornarem tão grandes a ponto de não conseguirem se “movimentar” de maneira mais dinâmica, imagine uma mudança estrutural em uma empresa como a Microsoft e compare com uma pequena empresa de até 50 funcionários por exemplo, a comparação é desleal mas é assim que funciona.

Uma prática que pode ser aplicada para diminuir essa dor é a gestão eficiente de uma base de conhecimento, registrar o erro e descrever como atingiu o acerto é educativo, uma lição humildade, todos ganham e a culpa não vai para o tal “carinha”.

Categories: Negócios, Opinião, Tecnologia
13
January

SÃO PAULO – Febre destas férias em sites como o Twitter e o Facebook, o Instagram é um aplicativo para iPhone que mistura filtros para fotos e recursos de rede social.

Por meio dele, o usuário pode registrar uma imagem, aplicar filtros especiais sobre ela e publicar em sua conta. Também pode seguir e ser seguido por outros contatos.

Em pouco mais de três meses após a sua oferta, o Instagram já acumula mais de 1 milhão de downloads na App Store, da Apple. O Brasil já está entre os quatro maiores em número de usuários.

O que ninguém sabia é que o aplicativo foi desenvolvido por um brasileiro, o paulistano Mike Krieger.

A seguir, batemos um papo com Krieger, que nos contou como chegou aos Estados Unidos, como se juntou a Kevin Systrom, seu sócio na empresa, e os planos do Instragam para 2011. Confira!

INFO – Pode contar qual a sua relação com o Brasil, quando deixou o país e como chegou aos Estados Unidos?

Mike – Sou brasileiro nato, morei a maioria da minha vida em São Paulo (também morei em Portugal e Buenos Aires). Em 2004, me mudei pra Palo Alto, na Califórnia, para estudar em Stanford. Hoje, faz dois anos que estou em São Francisco.

INFO – Antes de entrar para o Instagram você esteve envolvido com outros projetos de start-up, certo? Quais foram e como foi a experiência?

Mike – Estive sim. Há alguns anos que eu me interessei pela tecnologia e pelas empresas de start-up. Na faculdade, participei de alguns projetos pequenos, inclusive de duas aplicações de iPhone e alguns sites para web.

Depois da faculdade, eu trabalhei por um ano e meio na Meebo, uma start-up em Mountain View, também na Califórina. Eu entrei na empresa como um designer de experiência de usuário, mas como é comum em empresas de start-up, acabei trabalhando também em diversas várias áreas da empresa; desenvolvi alguns recursos do site Meebo.com e também do Meebo Bar, o produto que eles disponibilizam para desenvolvedores que querem ter chat em seus próprios sites.

Acabei me inspirando muito pelos fundadores da Meebo, o Seth [Sternberg ], a Elaine [Wherry ] e a Sandy [Jen], e quando a oportunidade surgiu para entrar numa start-up bem no começo eu decidi sair para juntar-me ao Kevin Systrom [cofundador do Instagram junto com Mike e atual CEO da empresa].

INFO – Quando e como você conheceu o Kevin? Como surgiu a ideia do aplicativo?
Mike – Nós dois fizemos parte de um programa para jovens empreendedores em Stanford, chamado de Mayfield Fellows Program. É um programa de nove meses, seis meses de aula e três meses de estágio em uma empresa start-up. Eu acabei trabalhando na Foxmarks, atual Xmarks, fundado por Mitch Kapor, que formou a Lotus nos anos 1980.

O Kevin estava trabalhando numa outra start-up, a NextStop (que foi comprada pelo Facebook), e trabalhava nos fins de semana num projeto chamado Burbn, que era uma aplicação parecida com o Foursquare, mas feito completamente em HTML5. O Burbn funcionava pelo browser do celular, em vez de ser uma aplicação que precisava ser instalada.

Depois de dois meses trabalhando numa versão do Burbn, o Kevin me convidou para entrar na empresa, e juntos nós vimos que o Burbn, por melhor que ele tivesse sido bem recebido pelos nossos amigos, era muito complicado. A gente percebeu que a parte mais legal do Burbn, as fotos ligadas em lugares no mundo real, já seria um produto interessante. Três meses depois acabamos lançando o Instagram, que foi uma evolução do Burbn.

INFO – Como o Instagram pretende se tornar rentável uma vez que o download do app é gratuito?

Mike – O app principal continuará gratuito. Temos várias ideias de como podemos começar a gerar receitas, por exemplo, com recursos adicionais que podem ser comprados pelo sistema de “In-App Purchasing” da Apple, dentro da aplicação.

INFO – O Instagram tem se tornado uma verdadeira febre desde que foi ofertado, impulsionando até ainda mais o desejo pelo iPhone. Com quantos milhões de usuários vocês planejam terminar o primeiro semestre?

Mike – Não temos uma projeção exata, mas superamos a marca de 1 milhão de usuários no final de dezembro, e continuamos com um ótimo ritmo de crescimento.

INFO – Vocês possuem números específicos sobre o número de usuários no Brasil? Como vocês têm olhado para esse mercado?

Mike – O Brasil já é um dos quatro países que mais usa o Instagram, junto com os Estados Unidos, o Japão e a Inglaterra. Fico muito feliz com a atenção que estamos recebendo no país. Quando voltei pra São Paulo em dezembro para visitar a minha família, me surpreendi com o número de lugares que visitei e que haviam sido fotografados para o Instagram — inclusive o Bar do Cidão, onde fui ouvir um chorinho ao vivo e vi que já tinham várias fotos postadas de lá.

Para mim, a parte mais legal do nosso sucesso no Brasil é que eu posso acompanhar “ao vivo” a vida de meus amigos e da minha família, mesmo estando longe.

INFO – Em quantas línguas o Instagram está disponível atualmente?

Mike – Estamos disponíveis em inglês, português, espanhol, alemão, italiano, francês, chinês, japonês e russo. Foram os próprios membros da comunidade do Instagram que fizeram as traduções.

INFO – No momento, vocês são quatro funcionários, certo? Como é o sistema de divisão de trabalho da empresa?

Mike – Correto, somos apenas quatro por enquanto. Nos primeiros quatro meses da empresa, eram só eu e o Kevin trabalhando no Instagram. Ele fez a maioria do design visual do produto enquanto eu fiquei responsável pela programação. Logo depois que nós lançamos o produto, tinha um monte de gente escrevendo e-mail para nós, com perguntas técnicas, elogios etc., e então contratamos o Josh, que é o nosso Community Manager. Em novembro, o Shayne entrou na empresa, e ele está nos ajudando com a programação.

INFO – Vocês receberam algum aporte para a criação da empresa? E agora, já houve alguma proposta de compra?

Mike – Recebemos um investimento de US$ 500 000 de dois investidores angel, ou seja, de fase inicial: o Baseline Ventures e o Andreessen Horowitz. Já houve interesse em comprar a empresa, mas a nossa intenção é continuar numa trajetória independente.

INFO – Por que vocês ainda não apresentaram uma versão para Android?

Mike – Com só quatro pessoas (e só três engenheiros), seria difícil manter a qualidade que nós desejamos no nosso produto em duas plataformas. Mas o nosso plano é crescer bastante em 2011 e chegar ao Android.

INFO – Em média, quantas imagens vocês recebem por dia? Qual o espaço que o vosso data center ocupa?

Mike – Nosso serviço está hospedado na plataforma de cloud da Amazon, então o nosso data center é virtual e bem flexível—como nós estamos em fase de pleno crescimento e recebemos mais de duas fotos por segundo, é superimportante que a gente possa ampliar a nossa capacidade de uma forma dinâmica.

INFO – Você pretende retornar ao Brasil em breve?

Acabei de voltar de São Paulo na quinta passada, fui visitar a minha família (tenho família em São Paulo e Curitiba), agora já estou contando os dias até a minha próxima visita!

Fonte: Revista Info

Categories: Negócios, Tecnologia
29
December

Documentário produzido em 1996 pela RM Associates – quatro anos antes da bolha .com – contando sobre o início de alguns dos maiores impérios da informática, entre eles Apple e Microsoft.

Será inevitável para quem já assistiu a Pirates of the Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício) comparar o documentário com o filme, que diga-se de passagem, foi muito fiel ao retratar os acontecimentos e personagens envolvidos na criação da indústria de informática.

Neste documentário (em inglês) vocês poderão ouvir da própria boca dos envolvidos tudo o que aconteceu naqueles anos dourados. E só para citar os nerds mais famosos do mundo, teremos Steve Jobs e Steve Wozniack, Bill Gates, Paul Allen e Steve Ballmer, Ed Roberts (o lendário criador do primeiro computador pessoal e que hoje é médico), e mais dezenas de nerds menos conhecidos, todos falando sobre o Altair 8800, Apple II, a IBM e até sobre o VisiCalc, a primeira planilha eletrônica antes do excell da Microsoft.

Sem dúvida, histórias inspiradoras de empreendedorismo e inovação dos primórdios da informática como a conhecemos hoje. Bom, já escrevi demais. Com vocês, estreiando a nossa sexta-feira geek, o Triunfo dos Nerds.

Parte 01-06
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Parte 02-06
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Parte 03-06
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Parte 04-06
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Parte 05-06
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Parte 06-06
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FONTE: SuperEmpreendedores

27
December
10
December
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Clicando aqui, você pode assistir os videos do “Google Developer Day” que ocorreu em outros países.

Categories: Eventos, Negócios, Tecnologia
03
December

Nesta palestra Renê de Paula, Executivo da Microsoft, fala sobre tecnologias consideradas do futuro e que já são realidade.

Categories: Eventos, Negócios, Tecnologia
03
December

12º Encontro Locaweb

Na palestra Vinícius Teles fala sobre sua experiência em empreendedorismo, dá dicas de como montar um negócio online de forma objetiva e lucrativa.

Categories: Eventos, Negócios, Projetos